segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

1- A instalação de aerogeradores para a produção de energia eólica em Galinhos vai prejudicar o turismo;

2- As tartarugas e os peixes estão assustados com os aerogeradores e não procuram o litoral de Diogo Lopes para desovar (as primeiras) ou fogem das redes de pesca (os segundos).

As duas afirmações estão contidas numa matéria publicada ontem pelo jornal Tribuna do Norte, anunciando a reação de uma comunidade em Galinhos e outra em Diogo Lopes contra a instalação, produção e distribuição de energia eólica na região.

Quem afirma o prejuízo ao turismo é o Presidente da Associação dos Bugueiros que, evidentemente, deve ter um estudo técnico muito bem feito para fazer tal afirmação.

Em Diogo Lopes a afirmação é dos pescadores e de uma Associação.

Este estudo deve ser ainda mais abrangente, já que afirma a modificação da própria natureza, com as tartarugas se negando a desovar no litoral com medo dos cataventos gigantes e os peixes fugindo das redes com o diabo foge da cruz.

Apenas impressões pessoais, com interesses bem claro.

Tudo isso depois que as empresas cumpriram todas as etapas dos projetos, se submeteram a todas as exigências legais, atuam dentro das normas estabelecidas, atendem aos órgãos de preservação da natureza, torres instaladas, produção iniciada ou prestes a iniciar.

O RN consegue produzir energia limpa, renovável, gera emprego, renda, atrai tecnologia e empresas.

O Governo Federal, insensível, produz leilões para distribuir as terras, a maioria particular, para a exploração da energia.

Agora, com tudo pronto, surgem vozes contrárias, argumentos frágeis para impedir a produção de energia.

Há algo de esquisito nesta história toda.

Por Ricardo Rosado - fatorRRH

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